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Publicado em 01/03/2018

"APOIAREI ESTE PLEITO DO FOMENTO COMERCIAL”, AFIRMA PRESIDENTE DO BNDES SOBRE FIGURA DO AGENTE REPASSADOR

A declaração foi feita pelo dirigente do Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico, Paulo Rabello de Castro, durante reunião plenária da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FECOMERCIOSP), realizada na última segunda-feira (26/02), em que foram apresentados pelo dirigente da autarquia números atuais e perspectivas para os próximos anos.

O presidente do banco entendeu mais detalhadamente o pleito desta grande cadeia produtiva nacional após ouvir do presidente do SINFAC-SP, Hamilton de Brito Junior (Credere Fomento Comercial e Consultoria), que o fomento comercial pretende atuar como agente repassador de recursos do BNDES para as micro e pequenas empresas. “Este é um bom momento para se conversar a respeito, pois hoje estamos mais organizados para recepcionar essas discussões”, afirmou Castro.

O presidente Hamilton reforçou a posição do setor ao explicar ao representante do banco o tamanho do alcance das empresas de fomento comercial.

“Nós temos uma capilaridade inacreditável, somos mais de sete mil factorings atendendo a mais de 200 mil pequenas e médias empresas. Além disso, temos a parceria, o contato direto com o cliente, mas ficamos impedidos de fazer essa intermediação porque não somos classificados como entidade financeira”, ressalvou.


Hamilton explica ao presidente do BNDES as preocupações das empresas de fomento comercial

Contudo, ele se declarou otimista quanto às gestões para mudar esse quadro feitas junto ao Legislativo, caso dos deputados Jorginho Mello (presidente da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa) e Otavio Leite (relator da comissão especial que debate a atualização do Simples Nacional - Lei Complementar nº 123/2006).

Resultados

Ao definir o BNDES como o terceiro banco do gênero no mundo, com um ativo total beirando a cifra de R$ 1 trilhão, Paulo Rabello de Castro lembrou ter havido R$ 71 bilhões em desembolsos apenas em 2017, número ainda considerado tímido, em virtude da recessão nos anos anteriores.

Agropecuária e infraestrutura lideraram a procura por recursos, com um crescimento de 3% e 4%, respectivamente, enquanto a indústria prosseguiu como “calcanhar de Aquiles”, com um declínio da ordem de 50%.


Hamilton (à dir.) com Antonio Carlos Borges (superintendente da FECOMERCIOSP) e Carlos Thadeu de Freitas Gomes (diretor financeiro do BNDES)

No campo das boas notícias ele incluiu o aumento visível no volume de consultas e aprovações e um índice de inadimplência de 1,83%.

Revelou também estar havendo uma ampla reestruturação na instituição, com vistas à forma como ela deverá atuar até 2035, tendo como prioridade máxima a busca por inovação e a transformação em banco digital.

Com relação às MPEs, afirmou terem sido responsáveis por 64% dos recursos disponibilizados pelo banco em 2017, sendo que na linha de crédito denominada BNDES Giro foram R$ 7 bilhões no mesmo período, totalizando quase 18 mil operações.

Fonte: Reperkut

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