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Publicado em 09/10/2018

PALESTRA INÉDITA ABORDA ALINHAMENTO ENTRE AS ÁREAS COMERCIAL E DE CRÉDITO

Apresentado pelo administrador de empresas com especialização em gestão empresarial Marcos Castañón Tibiriçá – profissional atuante há quase 30 anos no mercado de birôs de crédito –, o evento teve como objetivo mostrar que a empresa sempre sai perdendo quando os departamentos comercial e de crédito não trabalham em conjunto.

Com a experiência de quem montou, em 2000, a primeira central de risco do país, o profissional não tem dúvidas ao afirmar que o distanciamento entre as duas áreas é um dos problemas mais graves na gestão das empresas em geral. “Mas as que conseguiram fazer esse ajuste estão muito felizes”, ressalvou.

Um dos problemas típicos quando falta a devida interação entre esses setores altamente estratégicos é o estabelecimento de metas de vendas destoantes do processo de crédito, “conhecida fonte de ruídos ou situações ainda mais graves, em que uma área acaba limitando a atuação da outra, tornando praticamente impossível atingir-se os objetivos almejados”, acrescentou.

No entender de Tibiriçá, é raro haver treinamentos contemplando conjuntamente os aspectos comercial e de crédito, fato que o deixa otimista com relação aos resultados proporcionados pela atividade aos profissionais que compareceram à sede do Sindicato na última quarta-feira (03/10).

Novos paradigmas

Dentre os participantes desse evento inaugural esteve Evandro do Carmo, superintendente comercial da Vega Capital, empresa com sede no Rio de Janeiro que, segundo ele, tem pautado seu crescimento na boa análise de crédito e carteira pulverizada.

Há mais de 20 anos no setor financeiro, Evandro define como eterna a briga existente entre comercial e crédito, por mais que a experiência diária demonstre serem bem melhores os resultados quando ambos atuam em sintonia.

Isso, infelizmente, quase nunca ocorre, “devido a um antigo paradigma, segundo o qual o comercial só quer operar, enquanto o crédito insiste apenas em segurar os negócios”, resumiu, frisando a importância do aprendizado mútuo e constante entre ambas as equipes.

Em Jundiaí, Gabriela Valério, da Direct Credit, acumula 15 anos de vivência na área comercial atuando na distribuição de plásticos, mas há quatro meses convive com as peculiaridades das vendas no fomento comercial.

“Tirei muitas dúvidas hoje, foi ótimo”, disse a gerente de contas, referindo-se a aspectos como a prospecção de clientes. “O professor explicou que no fomento não se deve prospectar na Internet, pois isso equivale a pescar no oceano, mas sim na base do 'olho no olho', do 'porta a porta' e também das indicações”, exemplificou.

Fonte: Reperkut

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